Uma das coisas que me assusta é a quantidade de lãs, tecidos etc que tenho e já ocupada uma divisão da minha casa. Muitas delas não sei se as vou usar alguma vez, outras tenho a certeza que sim. Sempre que pendo em dar ordem acabo sempre por verificar que tenho tralhas a mais e armários a menos, o que significa que tenho que recorrer ao velho truque dos sacos plásticos ou às cestas.
Comcei pelas cestas das tias, passo a explicar, as minhas tias quase todas usavam umas cestas de verga pequenas onde guardavam os trabalhos, quando morreram acabei por ficar com duas ou trás dessas cestas com trabalhos por acabar e alguns fios ora de lã ora de algodão. Resultaram alguns trabalhos engraçados que acabei por oferecer. Na verdade na altura nem me tinha dado conta do trabalho de criação nem tal coisa me preocupa ainda hoje. a verdade é que acabei por ver algum dos meus trabalhos copiados nalguns blogues, coisa a que aderi à pouco tempo e confesso que não sei propriamente mexer bem nisto nem tenciono viver dos meus trabalhos pois são não os julgo assim tão perfeitos. Mas não gosto de ver alguém a reproduzir o meu trabalho.
Esta semana recebi uma oferta que muito me agradou, dois sacos de lãs e trabalhos incompletos de uma senhora que deve pela amostra dos trabalhos deveria ter sido alguém com muito gosto, embora ao tentar completar um dos casacos de bébe tenha dado conta da diferença das malha entre nós e acabei por abandonar o projecto.
Algumas são convertidas em projectos sem nunca ter tido a ideia de as fotografar, umas projectos orif«ginais que surgem à medida da imaginação do momento, outras cópias de revistas e livros.
Para aumentar o meu acervo de agulhas mais umas quantas, já não sei quantas tenho, quando me mudar de casa vou contá-las.