sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Obrigada E.

Uma das coisas que me assusta é a quantidade de lãs, tecidos etc que tenho e já ocupada uma divisão da minha casa. Muitas delas não sei se as vou usar alguma vez, outras tenho a certeza que sim. Sempre que pendo em dar ordem acabo sempre por verificar que tenho tralhas a mais e armários a menos, o que significa que tenho que recorrer ao velho truque dos sacos plásticos  ou às cestas.    
Comcei pelas cestas das tias, passo a explicar, as minhas tias quase todas usavam umas cestas   de verga pequenas onde guardavam os trabalhos, quando morreram acabei por ficar com duas ou trás dessas cestas com trabalhos por acabar e alguns fios ora de lã ora de algodão. Resultaram alguns trabalhos engraçados que acabei por oferecer. Na verdade na altura nem me tinha dado conta do trabalho de criação nem tal coisa me preocupa ainda hoje. a verdade é que acabei por ver algum dos meus trabalhos copiados nalguns blogues, coisa a que aderi à pouco tempo e confesso  que não sei propriamente mexer bem nisto nem tenciono viver dos meus trabalhos pois são não os julgo assim tão perfeitos. Mas não gosto de ver alguém a reproduzir o meu trabalho.
Esta semana recebi uma oferta que muito me agradou, dois sacos de lãs e trabalhos incompletos de uma senhora que deve pela amostra dos trabalhos deveria ter sido alguém com muito gosto, embora ao tentar completar um dos casacos de bébe tenha dado conta da diferença das malha entre nós e acabei por abandonar o projecto.                                    

 Por vezes penso que ao longo de alguns (muitos) anos acabei por juntar uma quantidade enorme de lãs, máquinas de costura, máquinas de forrar botões e tantas outras coisas que penso muitas vezes o que farei destas coisas. Pois estes dois sacos deram um dia inteiro de trabalho a separar, dobar, arrumar enfim a po-las em ordem.
 Algumas são convertidas em projectos sem nunca ter tido a ideia de as fotografar, umas projectos orif«ginais que surgem à medida da imaginação do momento, outras cópias de revistas e livros.

 Para aumentar o meu acervo de agulhas mais umas quantas, já não sei quantas tenho, quando me mudar de casa vou contá-las.

domingo, 7 de novembro de 2010

Um cliente satisfeito





 O G. parece satisfeito com o seu novo gorro de morango. A lã é angorá vinda da Escócia e com grande pena minha trouxe pouquissima. Tenho que dar uma volta pelas lojas online para ver se a encontro.
Esta lã, St. Magnus DK, tingida à mão é 50% angorá/50 lã , usei já no outro morango que fiz para a M.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Tour pelos blogues interessantes Laebricole

Descobri este  http://laetibricoleici.canalblog.com/ por acaso e adorei.
É uma viagem mágica que nos transporta para um sitio sem tempo.
Tenho os livros dela na minha lista de  Natal.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Chuvada, Loja de ãs e Monsaráz

Como ando com a cabeça cheia de projectos, decidi ir à Baixa fazer umas compras na Brancal. Nada mudou em muitos e muitos anos, os mesmos fios e pouca inovação. Mesmo assim o para o projecto da  Debbie Bliss comprei umas lãs que resultaram num fracasso! As cores parecem não ligar e Fair Isle não quer dizer que tenha que usar 2 fios partidos a cada volta. Parece-me que não vai ser viável mesmo!
Para além de tudo na sexta feira choveu que foi obra e acabei toda molhada e meio constipada o que me levou a ficar em casa e a não ir ao encontro de tricot no AquaRoma.

 O resultado foi este... Demasiadas cores que não ligam.
 Fui a Monsaraz e encontrei esta preciosidade, um tear numa loja, ainda trabalha e a dona holandesa. Não escondo uma certa tristeza por não ter visto nenhuma portuguesa, mas decerto as haverá.

A lã era lã campaniça que não dá para tricotar nada para vestir. Tinha umas capas lindíssimas  mas eram muito grandes.