terça-feira, 27 de julho de 2010

Lãs

Férias

Vou comprar umas lãs e uns tecidos fora. Finalmente vou onde queria tanto ir, e por tantas razões ainda não fui.
Uma das quais foi o de não poder levar a Lady, teria de ficar de quarentena e acho que a pobre não aguentava.
Este ano teve direito a férias com a minha mãe e eu tive direito a viajar como não fazia há mais de 18 anos por outros motivos.


Comprei estes novelos há uns dias na "recortimage, lda" em São Sebastião de Guerreiros, ainda não sei bem para quê, mas gostei das cores. No ano passado fiz umas meias para a R. com ela.
Ainda aqui a germinar um projecto de um casaquinho com design meu, coisa que nunca fiz mas que me apetece muito fazer.

domingo, 25 de julho de 2010

Ateliê






Vim do Alentejo com um ideia, fazer um igual ao da R. em bébe para o filho/a dela.


O molde já está feito, amanhã faço o resto que com o calor parece que tenho duas mãos esquerdas.


Adorava ver a R. com ele vestido, principalmente porque ficavam sempre muito sujo.














Tenho que continuar a arrumar as coisas que durante muito tempo estiveram encaixotadas, e as agulhas circulares têm sido um pesadelo no que se toca a arruma-las convenientemente.




Vi no "kintting secrets.." esta ideia e decidi fazer uma para mim. O tecido são restos dos cortinados da outra casa e restos de galões de quando a R. era pequena, tive que o lavar bem, os corações são uma experiência com um kit que comprei aqui na retrosaria perto de casa.




Confesso que me deu muito prazer fazer este projecto, mas que seria mais interessante se tivesse usado uns tecidos diferentes... mas como eu digo "...é do que há.." e isto tanta serve para um arroz como para um projecto em tecido.





Esperto que assim algumas agulhas que ficaram tortas e com o fio amachucado voltem ao normal, embora eu esteja com a gula das novas agulhas que vi por aí e que me parecem dar muito mais rendimento.




Hoje recebi uma nova remessa de talegos que a mãe me fez, lindos. assim que puder vou colocar uma foto deles que bem merecem, porque eu nunca tentei sequer fazer um.




Tenho uma adicção por malas, malinhas, sacos e nunca me passou pela cabeça fazer um saco em retalhos,, talvez porque tenho quem mos faça.











































































sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ateliê parcialmente arrumado


A vaca e a galinha são desenhados por mim em exclusivo para uma bébe que vem a caminho.



Lei algum tempo a arrumar as tralhas todas que no Inverno tiveram que ser empacotadas devido a uma infiltração de água.~

Descobri algumas coisas que tinha começadas e que tinham sido constantemente relegadas para um segundo, terceiro plano e decidi acabá.las.

Nem tudo tem sido fácil, depois da operação ao coração tenho que ir mais devagar e esperar ajuda para arrastar móveis e fazer mudanças, mas creio que consegui um lugarzinho mais ou menos confortável, apesar de esperar umas obras antes do fim do ano.

Com um projecto de vida a caminho, nem sei o que fazer, nem como fazer... fui atacada pelo virús da incapacidade de planear coisinhas pequeninas, casaquinhos e afins. Ando vagueando pelas revistas e pelos livros sem me decidir a fazer seja o que for.
A Barbie era minha e levei quase quarenta anos a recupera-la, mas essa era uma história que nos levaria longe e que aqui não cabe.
O outro era um dos protagonistas do Bonazana, andava nos brinquedos da minha filha, nem nunca gostei dele como actor, nem da série Bonanza, enfim... uma daquelas coisas que não sei explicar, gosto dele simplesmente.
Esta tarde andei às voltas com um projecto de arrumação de agulhas circulares, não é fácil arruma-las sem se enrolarem, torcerem, marcarem o fio.
Amanhã coloco a foto.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

A colheita foi fraquinha, o calor tem queimado as rosas de Santa Teresinha da caso ao lado e as jarras aqui por são raras, tenho que aproveitar alguns objectos que não teriam uso senão fossem algumas flores.
De volta ao sótão/ateliê que em breve pode entrar em obras para se transformar realmente num local de trabalho.
Acabei por me decidir a tentar acabar uma colcha para bebe que comecei há quatro anos e como tenho algumas sobras de tecido vou tentar os famosos hexágonos não sei bem em quê.

http//www.com/watch?v=0gePOfMilxQ




Neste momento entre uma secretária velha, uma cadeira de praia, uma cama e uma cama da Lady, caixas e caixotes, uma máquina de costura e umas cestas com lã preparadas para um inventário, está um caos!






Passei a tarde na costura, alguma coisa deve sair dali, foi também o dia de assaltar o jardim do lado que o meu nem se pode chamar jardim, uns canteiros pindéricos que não foram tratados a devido tempo, e para ser honesta o que semeie… não nasceu e para grande divertimento da minha mãe andei a tratar com todo o carinho umas ervas daninhas que nasceram no local onde eu tinha semeado os “amores de estudante”. Resta-me a certeza de que não nasci para a jardinagem e que esta minha tentativa de me dedicar exclusivamente a uma faceta de “Marta Setwuart” de trazer por casa não deve dar grandes frutos.

domingo, 18 de julho de 2010


Estou muito feliz! O primeiro comentário a este modesto projecto caseiro veio de um blogue que eu sigo http://lapizdecor.wordpress.com/2010/07/01/tote-bags/ , é que sou mesmo muito novinha nestas coisas (nalguma coisa por haveria de ser) ainda não sei fazer corresponder o nome a uma ligação, mas assim entendem-me na certa.
Com a minha camisola a chamar por mim e as meias em projecto no Ralvelry, as minhas 1920 socks por terminar, eu passei parte do tempo a remexer em velhos projectos de tecido. Amanhã fotografo-os se tiver coragem, porque tenho que confessar que de patchwork não entendo nada, mas há quatro anos fiz umas coisinhas engraçadas e tenho uma mantinha por terminar.
Pode ser que agora as minhas chitas saiam finalmente nalguma coisa.
, Dediquei este fim-de-semana à costura e às arrumações de roupas que parecem crescer como cogumelos nas gavetas e roupeiros cá de casa.
Descobri as primeiras meias que tricotei com uma receita tirada do Youtube, sentada em frente ao PC, com uma lã que o meu marido me comprou numa retrosaria.
Chamei-lhes meias do Hospital, porque enquanto as tricotava tive que ser internada e acabei uma delas lá.
Mas voltando à costura decidi fazer um avental decente que os que tenho pintados são em pano cru, apesar de serem pintados por mim, neste momento merecem a reforma.

domingo, 11 de julho de 2010






LÂS&DOBADEIRA
Este fim-de-semana tive mesmo que dobar uma meada de lã e usei a dobadeira possível, embora estas cadeiras não dêem muito jeito.
Mas dentro da cesta esperam-me ainda muitas meadas da encomenda do Porto e até as ter prontas vai levar algum tempo.
O meu sweter progride devagar, devagarinho. Um dos locais onde ao fim da tarde se pode tricotar é o meu baloiço no pátio, hoje estava especialmente agradável e até recebi uma rosa roubada.

quinta-feira, 8 de julho de 2010




CHEGARAM AS MINHAS LÃS

Há um ano encontrei através da Rosa Pomar " a ervilha cor de rosa"
, uma loja no Porto que tinha lãs portuguesas e eram de qualidade. Encomendei umas meadas e acabei por fazer tudo menos o meu projecto inicial. Fiz um casaco de bebe, umas luvas, meias e o meu blusão ficou adiado. Voltei a fazer um pedido e chegaram hoje as minhas lãs e vou ter que enrolar muito. Como ainda não tenho a dobadeira vou ter que usar o método “duas cadeiras”. Eu depois coloco uma foto da dobadeira dos pobres.
Como já comecei o meu blusão, segui a receita direitinha e sobram-me malhas!!

quarta-feira, 7 de julho de 2010


TRICOTAVA PARA ELA
Nunca tive tanto prazer em tricotar como quando o fazia para a minha filha. Fiz o seu primeiro casaco em azul e… nunca mais parei até ela se recusar a vestir as minhas camisolas respondendo ao apelo das grandes marcas.
Hoje arrependo-me de ter colocado as agulhas de lado e voltar está a ser um pouco complicado.
Voltei ater prazer em tricotar depois de um transplante renal em que a recuperação foi feita em casa a reaprender a tricotar em frente ao computador.
No Natal, a família foi literalmente bombardeada de meias (embora algumas não tenham chegado aos destinatários  ) mas com lã dos chineses. Impossibilitada de sair era a solução que me restava.
Depois de uma visita à Brancal onde maioritariamente fibras e uma grande desilusão, percorri uma travessia do deserto até encontrar as lãs!
Tricotava imenso para mim, casacos, camisolões, enfim, houve uma fase da minha vida que vivia pendurada nas agulhas, muitas sobreviveram a quatro mudanças de casa. Mas a prova de que nunca abandonei a vontade de tricotar foi tê-las guardado ao longo de mais de 25 anos.

segunda-feira, 5 de julho de 2010



GATOS E SAUDADES

Produto do dia mais quente do ano e não houve mesmo mãos para mais.
Contar, fazer uma regra 3 simples para chegar ao numero de malhas que devo colocar nas agulhas, não foi possível mais nada.


Durante muito tempo pensei que era condição fundamental para ter um blogue de tricô ter um gato. Ora eu tenho uma cadela e estou muito satisfeita com isso.
Em Beja tive um gato que adorava a minha cesta das lãs e fazia uma festa mal a via.
Confesso que embora apreciadora da raça felina, depois dos vinte e muitos gatos existentes lá por casa da enteada do meu marido fiquei um pouco na defensiva.
Esta tarde fui visitada por um/uma gato/a lindíssima no muro que divide a minha casa da casa vizinha e fiquei saudosa do Ronron e das suas maluqueiras com as minhas lãs.
Confesso que nunca pensei que retomar um passatempo como o tricô fosse tão complicado. Não me lembro dos pontos, das medidas do “como se faz isto” e tive que voltar a aprender, agora sem a ajuda preciosa da Dona Assunção a quem comprava as lãs e que me conhecia desde menina, me ia dando umas dicas.
Como em muitas coisas sou autodidacta no tricô, a minha mãe e irmã não eram muito interessadas na matéria e o que sei devo-o a duas tias, a minha tia paterna Henriqueta e às minhas tias maternas Maria e Mariana.
Para a prender alguma coisa de costura costumava fugir e ir para a casa de uma costureira que morava na minha rua, e a ela devo muito ou quase tudo do que sei, mas sempre de fugida porque a minha mãe não ia em cantigas de costura nem tricô e preferia os livros a qualquer passatempo.

domingo, 4 de julho de 2010

Como se vê sou marinheiro de primeira água nesta coisa dos blogues. Ora me saem as fotos ora me sai o texto.
Não vou desanimar por tão pouco, hei-de apanhar o jeito para blogar.
Esta tarde esteve um calor imenso pelo que as agulhas e a Lady repousaram no sofá a tarde toda.
O calcanhar da meia não saiu das agulhas e o desenho da futura nova camisola da Lady ficou no quadriculado do caderno.
Fair Isle é um vicio, as lãs por aqui é que estão em baixa. Espero poder visitar a Retrosaria em breve que o comércio local é fraco em lãs de qualidade.

As luvas e as meias





Fui aprender com a Rosa Pomar a técnica Fair Isle, tricô em circulo, que me a-pai-xo-nou.