domingo, 25 de setembro de 2011

sem comentários

sem comentários
como não sei qual dos dois foi, não sei qual estrangular, enviar para o gatil ou transformar em "tarelho à andaluza" não querendo ser injusta não lhes vou dar colo até me passar a bolha

um dos "demónios" em repouso

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Antes e Depois



 Todos os dias o mesmo.

 Dia seguinte toca a arrumar a tralha toda



Recebi uma nova encomenda de Coimbra
Ficou assim por uns 15 minutos

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Compras ♥♥ gorros e manelo♥♥

 Quando abro uma encomenda que vem da Bolas de Tons tenho sempre a sensação que estou a receber um presente, abro-a logo, rasgo o papel e depois fico arrependida de não ter tirado uma foto.
Desta vez foi a Kauni branca que deve acabar em meias, coisa que aqui por casa nunca aconteceu antes.



Mais um para a M. Igual ao azul, o mesmo desenho da Sandra Jager. Este servirá de amostra. Ainda não sei bem o que se vau passar.


 Fui buscar a mochila da Lady
 Sim tenho cardas e pentes de metal, em versão mini claro. A Lady mal viu o saco desapareceu, reapareceu depois de se certificar que não corria o risco de uma valente penteadela.
 Pois é... O manelo está a ir aos poucos.

Acho que vou fazer qualquer coisa com o que sair deste fuso.

domingo, 11 de setembro de 2011

Eu quero uma roca e um fuso

Tenho coleccionado a aprendizagem de técnicas mais de tricot do que de crochet, de pintura e muito mais. Algumas apenas porque quero saber como é, e nunca pense sequer usá-las, outras porque as quero saber, e outras ainda porque sim.
Em Maio fui conhecer a Rosário ao Jardim da Estrela, não porque já alguma vez na minha vida tivesse fiado, ou visto fiar, Não levei a câmara e não tenho fotos.
Mesmo ali ela me deu uma lição básica e eu entendi que o caminho era, prática, prática e depois mais um pouquinho de prática.
Assim fiz, com um fuso da Dona Maria e uns restos de lã ?! se é que aquilo é lã,não sei distinguir, pelo menos dá para enrolar e para praticar eu consegui uma bola disforme 2 play que para dizer a verdade não faço a mais pálida ideia do que quer dizer. Parto do principio básico que é enrolar dois fios fiados.
Fui conhecer a Fernanda da owlmania que superou o que eu pensava dela. É uma mulher decidida dinâmica e muito simpática, os trabalhos dela falam por si próprios.
É uma daquelas pessoas que tempera o que faz com uma pitada de amor.  E os sacos dela?
ah... ainda me estou a babar por um que vi e foi para a Mónica, lindo e recheado de coisas bonitas.
E lá fui eu a caminho do Worldwide Spin in Public Day, com a minha manta (para a próxima levo cadeira), fuso e um saco de lãs reles.
Sabia que iria encontrar gente muito bonita, mas estava longe de imaginar como eram mesmo "gente muito bonita".
Passei das minhas lãs insípidas para um "manelo" que a Alice me deu de ovelha bordalesa, abaixo coloco uma foto da net.
Até ao encontro eu diria:
"A mim ninguém me apanha a ver tosquiar ovelhas! Eu? Jamais... A lã deve já vir em novelos ou meadas. Eu não vou lavar lã ao rio!
Pois...Pela boca morre o peixe
Venho doidinha com um manelo que a Alice me deu e já andei pelo blogue dela, que é mais do que um blogue, é um local de referência o noussnouss e não vejo a "minha lã", ou seja a lã que eu quero.
Fico então com este lindo "manelo" e com muita vontade de o transformar em fio, mas se o fizer fico  sem ela e depois? Ainda não tenho fornecedor destas coisas bonitas.
 Para mim este foi o meu primeiro encontro com lã e foi determinante para começar a pensar noutros voos.
 Cardas... Até umas horas antes elas só serviam para pentear a minha cadela, sim tenho umas cá em casa para esse fim. A Lady é uma mistura de várias raças e tem um pelo que requer alguns cuidados.

 Do Alentejo veio este xaile e umas lãs lindas... (Inveja) parece que ela tem ovelhas!
 O Porto aqui representado em sacos


Uma manta tão especial... aqui faziam-se meias e não só.

 A Mónica a fia a sua pele de ovelha. Pois ela arranjou uma pele de ovelha só para ela, inteirinha.
Fez todo o processo e eu admiro-a muito, por isso e por muito mais.
Foi assim a minha tarde de ontem, passada entre pessoas muito bonitas a aprender.
Apenas não vim especialmente entusiasmada com o pelo do coelho, ainda tenho algumas reservas em relação a ele, mais consensual foi o de alpaca que até ao momento desconhecia que em Portugal tal bicho fosse criado.
Devo dizer que ainda não pesquisei nada em relação a isso, mas desde sempre na minha cabeça o "angorá" seria tirado destas cabras.
Quanto a tirar lã (?!) de coelhos deixo para outras postagens, primeiro quer informar-me bem.
Mas se alguém tiver um animal de estimação gadelhudo como por exemplo eu, tem de certeza muito fio para fiar se assim quiser. Aqui ela tinha sido tosquiada havia um mês, 4 vezes por ano lá vamos nós a caminho do cãobeleireiro com ela. Ao longo destes 15 anos já tinha feito várias mantas quentinhas.
Sim, não sei os processos, não li grande coisa, ouvi e sigo os meus instintos. O que eu fiei foi transformado em meada, lavadinho ainda ontem à noite e pendurado com um peso na casa de banho.
A minha máquina não é grande coisa mas aqui fica a foto possível da minha meadinha. Lã bordalesa branca e natural.
Sim ontem foi um bom dia.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Trcot Duplo 2

Aqui vai mais umas noções, se é que a isto se pode chamar noções do tal "tricot duplo"
 Montagem básica de malhas, no caso de ser já uma entendida fará a montagem que achar melhor.
 Um ponto de meia,
passar o fio  para  a frente do trabalho,
retirar o ponto seguinte
Um dia faço um vídeo
Repetir de ambos os lados, tricotando em circulo mas em duas agulhas
 Chegou a minha encomenda da bolas de Tons com a lã para o conjunto da M.
 Devo dizer que falta uma cor, infelizmente não cliquei onde devia, mas elas são muitíssimo rápidas. a enviar
Já agora, os morcegos ontem não compareceram ao encontro com o Jedi apesar do seu ar compenetrado de caçador. Os morcegos são uns desmancha prazeres
É nesta varanda que ele os apanha em voo, ou eles já mudaram a sua trajectória de voo, certo é que não têm caído nas garras dele.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tricot duplo parte 1

A propósito da técnica do tricot duplo, usado para as luvas de 2 agulhas, com perdão da palavras, uma chatice. Fazer fazem-se mas dá cá um trabalhão.
Para mim esta técnica desmotivava mais do que motivava. Pelo menos a mim desmotivou-me ao ponto de a arquivar como "coisa sem interesse".
5 dedos feitos em separado, cada dedo de seu tamanho, voltar a juntar tudo, acertar as malhas e continuar com a mão, fazer o elástico, fazer o mate com uma agulha de tapeçaria, quando se terminava nem se queria ouvir falar na segunda luva.
É que as jovens querem mais é divertir-e (e muito bem, tudo tem o seu tempo)  uma tarefa imposta assim era um absurdo.
Essa técnica pode também ser feita em malha passada, ficando cada lado com a sua cor, enfim a variedade é enorme.



Andando a passear pela blogosfera dou de caras com projectos dito muito inovadores e depois quando vou ver q técnica dou de caras com algo muito fácil, pior de inovador nada tem.
 Nestas coisas não há espaço para grandes invenções, nos últimos anos o mundo do tricot ficou ao alcance de um clique na net. Mas também é verdade que a net não ensina tudo, mas para isso existem pessoas com capacidade que em certos locais dão umas aulas, regra geral sabem o que fazem.
No YouTube estão quase todas  as técnicas em quase todas as línguas. Não é condição essencial ser poliglota para entender gestos.
Desde as grandes criadoras a criaturas mais modestas onde me incluo obviamente, criaram o seu espaço e divulgam técnicas, coisa que ainda não fiz.
Quanto a mim o espaço existe sim mas para os que criam novos padrões, novos desenhos e para os que fazem de alguma forma investigação.
Voltando ao tricot  duplo, há muitos anos que esta técnica era usada para fazer as vulgares e famosas pégas (?!) não sei se está bem escrito, aquelas coisas que serviam para pegar nos tachos, regra geral com os restos de lãs. Depois separavam-se os pontos, enchiam-se com lã de ovelha e voltavam-se a fechar, Obtinham-se assim umas pégas bem gordinhas.
Já não tenho nenhuma das que me fizeram ( Eu nunca fiz), tinham a desvantagem de pegarem fogo ao menor descuido e acabaram todas queimadas.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Barretes , dos da cabeça ♥♥ e dos outros

 Anda-me cá o sangue a ferver com tanta sumidade e apetece-me mesmo,mesmo publicar aqui com free e como sendo a ultima descoberta do tricot um projecto que tem mais anos que a Sé de Braga, para dizer a verdade nem sei quantos anos tem a Sé de Braga, mas fica a ideia de muitos anos.
Se eu tiver paciência e uma boa lã, de preferência com um toque de pelo e não vou citar o tipo, que as coisas como estão ainda me chamariam traidora da pátria, coisa que não sou.
Gosto de lãs inglesas e pronto! Assumo!E depois? Lã com qualidade é o que desejo, não fibras com muito boas cores apenas.
Se querem que se consuma lãs portuguesas invistam na qualidade e sobretudo na lã, que até dava algum jeito não é?
Ora agora falando em coisas menos complicadas acabei o meu segundo barrete da M. desta vez em creme escuro e branco sujo. Claro que em Fair Isle, traduzindo o que em português ficou como malhas passadas ou Jaquard, este ultimo um dia vou explicar que m foi (para o caso de interessar claro).
Sim minhas queridas, trciot duplo era o que se ensinava para os meus lados a iniciantes no tricot, ou seja a crianças/adolescentes para fazer as famosas luvas de 2 agulhas!
Pois é... usando o tricot duplo e malha liga faziam-se luvas, chapéus de bonecas (quem gostava de bonecas claro) ou outros estojos.
A minha tia Henriqueta ensinou-me quando eu tinha 12 anos!

 Usei novamente uma recita da Sandra Jager que adoro todos os desenhos dela. Ando a magicar um projecto em que possa colocar os vários bichos que ela desenhou.
 Sim, usei uma Addi turbo circulares de 40 mm tenho duas, umas que uso e outras que estão em descanso, o meu gato roeu uma parte e eu ainda não descobri como restaurá-la. Apenas me falta ferve-la
O final da barrete foi feito com 2 jogos de agulhas, eu tinha 7 triângulos e usei as minhas agulhas nº3 que são já em quantidade razoável. A sorte foram as agulhas de 10 cm da Rosa que quando as comprei pensei que só as usaria para meias para bebé (jamais saberei onde colocar o acento nesta palavra)
Para aviso fica que continuarei a escrever com a antiga grafia, porque de momento não tenho intenção de gstar tempo a aprender uma nova.
Cá em casa não há regresso às aulas, a organização está por conta da empregada, o padeiro de serviço à máquina do pão é oA. e apenas estou a pensar fazer o doce de abóbora bi-anual. ah! Descobri um take away fantástico aqui perto, liguei novamente a pssadeira electrica para caminhadas em maus dias, bicliqueta a postos., e desta vez não é para usar o guiador para a F. colocar a roupa passada a ferro!


sábado, 3 de setembro de 2011

Cama de gatinho


Ser o gato do dono tem as suas vantagens para o meu PC.

Sinatra está com 6 kg e qualquer coisinha... qualquer coisinha quer dizer mais meio quilo menos meio quilo coisa e tal.

Para o A. ligar o PC é quase impossível sem ter o Sinatra por perto, em cima ou a tentar ficar mais perto dele.

O rato é a almofada desde que na mão do dono, e não vale a pena mudar de mão, ele muda também de lado.

Senão fosse a entrar no campo da privacidade eu publicava aqui a sequência de fotos que levaram ao abandono do A. da mesa e do PC na esperança que o gato fosse dali para fora, ele levanta a cabeça para ver se ainda estamos interessados e faz a sua cena.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Worldwide Spin in Public Day


Vou fiar em publico, quer dizer fiar é um termo muito forte para aquilo que me sai do fuso.

Não sei fiar, gosto de ver o fio a sair da roda ou do fuso.
Para mim é mágico, por isso vou.

Vou ver a Dona Marua/Rosario com a sua roda.