terça-feira, 29 de setembro de 2015

da manta e do dedal novo

 Uma cesta cheia de lãs apetitosas para serem transformadas numa manta, mais concretamente persian-dreams que anda nos meus sonhos há uns tempos. A lã Beiroa claro da Retrosaria
Com tanta lã descubro que me faltam verdes! Lá terei que fazer mais uma visita à Retrosaria nem que seja virtual.
 Desta vez acho que acertei no dedal! depois de um frasco cheio de dedais que não servem, entrei na ourivesaria e comprei um em prata que me  serve



quarta-feira, 16 de setembro de 2015

rodando

 Depois de várias tentativas lá acabou por sair um fio mais ou menos apresentável.

 as duas bobines estão cheias a na cesta lã escocesa à espera de ser fiada
Nem sou dada a panos de tabuleiro mas uma coisa leva a outra e acabei a bordar estes já parcialmente feitos; parcialmente porque a renda teve que ser descosida pois era mesmo de uma imperfeição digna de nota.
 Talvez se salve com um picot básico.
No seguimento de todas as quartas mostrar o que estou a ler e a tricotar, desafio do blogue small things  aqui fica o livro da Rosa Pomar .
De resto nada de novo.


terça-feira, 8 de setembro de 2015

da roda e da agulha



 Et voilá!
Um começo lento sem mestres, declaro muito bom o primeiro resultado. A aventura que começou em 2012 com um velo acabou em muito estudo, muita prática de fuso e o salto para a roda era inevitável e assim foi.
Não que a solidão seja o melhor método de aprendizagem mas a snobeira instalada no meio  em Portugal levou-me pelo caminho do autodidacta e não me queixo.
Salvo algumas excepções o meio é pobre e cinzento.
Continuando a aprender a bordar. desta vez usei uns desenhos da Rakam e quem sabe não me aventure a desenhar os meus desenhos, um dia quem sabe.
Aqui fica onde se pode encomendar lã para fiar. a Jamieson&Smith , a Saber Fazer .

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

destapando um pouco



 A margem do público e do privado é um fio ténue que separa o exibicionismo do recato. Sempre que me sento para escrever penso e não posso ou não devo revelar.
Bem. Aqui fica; apareceu uma pedra no meu sapato de seu nome carcinoma da mama e já estou na terceira sessão de quiomioterapia até agora tudo a correr bem.
A minha vida parou por uns meses, faço balanços do bom e do mau e decidi que iria ficar apenas com o bom da vida e "queimar tudo o resto" numa fogueira privada. Vassourada no lixo!
Sim tenho um cancro mas luto todos os dias por uma normalidade.
O  que me prende à vida? o amor pelos meus, não necessito de fotos para os mostrar, basta eu saber quem são. Mãe, filha neta , marido, mana,  enteados e netos emprestados e todas as extensões de amor que vamos acumulando ao longa da vida, Amigas poucas mas sólidas, umas as de sempre, as muito próximas e as mais afastadas.
Agora o quotidiano de uma alentejana na zona saloia


Chegou a minha Kromski Perlude comprada na Galiza

Aguarda que eu me sente a experimentar.
Reutilizando objectos e continuando a bordar


Descobrindo que a mini jardinagem é um prazer, infelizmente comecei pelo que não gosto mas já há vasos de hortelã diversas e manjericão
Meter a mão na massa e fazer um pão                                                                                                      


Como me é dificl a concentração na leitura passei para algo mais ligeiro porque aderi ao Yarn along da Small Things